CRONICA E ARTE CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email
cronicaearte@cronicaearte.com.br Rua São João, 869, 14882-010 Jaboticabal SP
POLÍCIA FEDERAL PRENDE EM DOBRADA
SUSPEITO DE DIFUSÃO DE MATERIAL
PORNOGRÁFICO INFANTOJUVENIL
Mentore Conti – MTB 0080415/SP
Foto: Divulgação
Jaboticabal, 25 de maio de 2026
Uma operação da Polícia
Federal resultou na prisão
em flagrante de um homem
acusado de armazenar e
distribuir material
pornográfico infantojuvenil
no município de Dobrada. A ação integrou a Operação
Élpis 13, coordenada pela Delegacia da Polícia Federal
de Ribeirão Preto.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades
federais, o suspeito foi detido durante o cumprimento de
mandado de busca e apreensão expedido no curso das
investigações. O trabalho policial apontou a utilização
de sistemas de compartilhamento do tipo “peer-to-peer”
(P2P), mecanismo frequentemente empregado para a
circulação clandestina de arquivos na rede mundial de
computadores.
De acordo com a investigação, o material ilícito vinha
sendo armazenado e compartilhado por meio digital,
circunstância que, conforme a Polícia Federal,
caracteriza crime previsto na legislação de proteção à
criança e ao adolescente. Equipamentos eletrônicos
foram apreendidos e encaminhados
para perícia técnica, que deverá
aprofundar a apuração sobre
eventual participação de terceiros e
a extensão das atividades
criminosas.
A Operação Élpis 13 faz parte de
uma série de ações nacionais
voltadas ao enfrentamento de
crimes relacionados à exploração
sexual infantojuvenil no ambiente
virtual. Nos últimos anos, os órgãos
federais de segurança
intensificaram o monitoramento de
redes clandestinas que utilizam
recursos tecnológicos para disseminação desse tipo de
conteúdo.
Fontes policiais ressaltaram que o avanço dos meios
digitais ampliou a complexidade das investigações,
exigindo acompanhamento técnico especializado e
cooperação entre setores de inteligência. A prisão
efetuada em Dobrada, embora ocorrida em município
de pequeno porte, evidencia que a atuação dessas
redes criminosas não se restringe aos grandes centros
urbanos.
O acusado permaneceu à disposição da Justiça Federal
e poderá responder por crimes relacionados ao
armazenamento e à divulgação de material de abuso
sexual envolvendo menores. As investigações
prosseguem sob sigilo policial.