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A MADRUGADA QUE SANGROU EM RIO
PRETO: DRAMA FAMILIAR E FACADAS NO
CECAP
Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Agencia
Brasil
Jaboticabal, 7 de abril de 2026
O Silêncio
Quebrado pela
Violência
São José do Rio
Preto, 5 de abril de
2026. A madrugada
de domingo, que
deveria trazer o
descanso, foi brutalmente interrompida por um
ato de violência familiar no bairro Cecap. Um
homem de 41 anos e seu filho de apenas 11
foram esfaqueados, em um episódio que expõe
as fraturas ocultas sob o véu da intimidade
doméstica.
O pai, em estado grave, luta pela vida no Hospital
de Base, enquanto o
filho, ferido mas
consciente, carrega as
memórias de um
ataque que o fez
testemunha e vítima.
A Busca, o Encontro e
a Fúria
A trama de horror
começou quando o
homem, ao retornar
para casa, notou a
ausência da
companheira. Em um
misto de preocupação
e busca, ele e o filho
partiram em sua
procura, dirigindo-se a um imóvel na Rua
Francisco Rodrigues de Freitas, endereço ligado
ao filho da mulher. Foi ali, sob a penumbra da
madrugada, que a esperança de um reencontro
pacífico se desfez.
Segundo o relato lúcido do menino aos policiais,
eles foram surpreendidos por três indivíduos. A
agressão, rápida e impiedosa, desferiu golpes de
arma branca contra o pai. O garoto, em meio ao
caos, conseguiu identificar um adolescente de 17
anos como o autor das facadas, apontando para
um possível envolvimento do enteado na
tragédia.
Entre a Vida e a Investigação
O cenário pós-ataque revelou a crueza da
violência. O pai foi socorrido e levado à UPA
Norte, de onde, devido à gravidade dos
ferimentos, foi transferido às pressas para o
Hospital de Base, onde permanece sob cuidados
intensivos.
O filho, apesar dos ferimentos, manteve-se
consciente, tornando-se uma peça chave para a
elucidação dos fatos. Equipes da Polícia Militar,
ao chegarem ao local indicado, encontraram a
residência aberta, mas sem vestígios imediatos
de luta ou sangue, o que
dificultou a perícia inicial.
Contudo, o carro da
vítima, localizado
posteriormente na
unidade de saúde,
contava uma história
diferente: uma grande
quantidade de sangue e
danos visíveis atestavam
a ferocidade do ataque. A
Polícia Civil, diante dos
indícios, registrou o caso
como lesão corporal e
dano, ambos
consumados, e instaurou
inquérito para aprofundar as investigações.
A autoria e a participação dos outros dois
suspeitos ainda são objeto de apuração,
enquanto a comunidade de Rio Preto aguarda
respostas para a madrugada que sangrou no
Cecap.
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