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INVESTIGAÇÕES SOBRE MORTE DE
TATUADOR EM NUPORANGA NO CARNAVAL
SEGUEM EM ABERTO
Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Divulgação
Jaboticabal, 20 de fevereiro de 2026
As investigações
sobre a morte do
tatuador Vitor
Fonseca de
Almeida Silva,
de 42 anos,
agredido durante
o Carnaval em
Nuporanga,
prosseguem sem prisão do suspeito até esta
sexta-feira (20). O agressor, Vitor Manoel Gomes
de Jesus, de 25 anos, prestou depoimento e foi
liberado pela Polícia Civil, permanecendo em
liberdade enquanto perícias e testemunhas são
analisadas.
A Noite que Terminou em Dor
Imagens de câmeras de segurança capturaram o
momento em que Vitor Manoel Gomes de Jesus,
de 25 anos, se aproxima da vítima, dá um
empurrão e desfere um soco no rosto do
tatuador, fazendo-o cair e bater a cabeça no
meio-fio. A queda provocou traumatismo craniano
grave; Vitor foi socorrido inicialmente em São
Joaquim da Barra e transferido para a Santa
Casa de Franca, mas não resistiu aos ferimentos
na manhã de terça-feira (17).
Segundo colegas, como o empresário Adriano
Fernando Barbosa, em entrevista à EPTV, não
houve provocação prévia: "O Vitinho foi
covardemente agredido por um desconhecido.
Ele já estava voltando para casa". A família
contesta veementemente a versão do agressor,
que alegou ter agido para proteger menores de
suposta importunação, afirmando que nada
justifica a violência.
Andamento da Investigação sem Prisão
Vitor Manoel, churrasqueiro durante o evento e
sem antecedentes criminais, se apresentou
espontaneamente à Polícia Civil na quarta-feira
(18), prestou depoimento e foi liberado, graças à
residência fixa e colaboração. Até esta sexta-
feira (20), não há registro de prisão ou detenção
do suspeito, que segue em liberdade enquanto a
investigação prossegue com análise de imagens,
depoimentos e laudo necroscópico. A defesa o
descreve como vítima de uma "fatalidade não
intencional", mas a comoção em Nuporanga
clama por justiça em meio ao luto.
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