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VICE-PREFEITO DE COLINA É INVESTIGADO
POR MORTE DE ADVOGADO E EX-CUNHADO
BALEADO EM DISCUSSÃO
Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Agencia
Brasil
Jaboticabal, 13 de março de 2026
O advogado e
professor de jiu-
jítsu Marcos
Aurélio Abe, de 46
anos, morreu na
madrugada deste
sábado (14) após
ter sido baleado no último domingo (8), em
Colina (SP); o vice-prefeito da cidade, Rafael
Corrêa Rodrigues (PP), o Rafael Maringá, é
investigado por homicídio.
Morte e atendimento
Marcos Aurélio foi
atingido por um tiro no
tórax durante uma
discussão em frente à
casa do vice-prefeito e
estava internado em
estado grave na Santa
Casa de Barretos
desde então. Ele não
resistiu aos ferimentos
e teve a morte
confirmada na
madrugada de
sábado; o corpo foi
encaminhado ao
Instituto Médico Legal
(IML) e liberado para a
família pela manhã.
Suspeito e versão da defesa
Apontado como suspeito de efetuar o disparo, o
vice-prefeito de Colina, Rafael Corrêa Rodrigues,
conhecido como Rafael Maringá, possui registro
como colecionador de armas e se apresentou
espontaneamente à Polícia Civil na terça-feira
(10). Em depoimento, ele alegou ter agido em
legítima defesa, afirmando que o advogado teria
tentado invadir sua residência após uma
discussão envolvendo a ex-mulher da vítima, que
é sua cunhada.
Relação entre vítima e investigado
Marcos Aurélio já havia sido casado com a
cunhada do vice-prefeito, e o encontro na noite
do crime ocorreu na porta da casa de Rafael
Maringá, em Colina, a cerca de 100 quilômetros
de Ribeirão Preto. Segundo a defesa do político,
o advogado teria insistido em entrar no imóvel
para falar com a ex-mulher, o que teria motivado
a reação armada do vice-prefeito.
Investigação policial
O caso, inicialmente registrado como tentativa de
homicídio qualificado, passou a ser tratado como
homicídio consumado após a confirmação da
morte de Marcos Aurélio Abe. A Polícia Civil já
ouviu o vice-prefeito e ao menos cinco
testemunhas, entre elas a atual namorada da
vítima, e aguarda laudos periciais e imagens para
concluir o inquérito; até o momento, não há
decisão judicial sobre eventual prisão do
investigado.
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