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RÉU AMEAÇA JURADOS E JUIZA EM PLENO
TRIBUNAL DO JURI EM RIO PRETO
Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Divulgação
Jaboticabal, 13 de fevereiro de 2026
Eduardo José de
Andrade, ex-policial
militar conectado por
videoconferência do
Centro de Detenção
Provisória de
Guarulhos II,
confessou o
homicídio de Tiago de Paula em Cedral (2022)
durante júri popular no Fórum de São José do
Rio Preto, na quinta-feira (12 de fevereiro),
jurando não se arrepender e ameaçando
"continuar matando".
Ele memorizou os rostos de três homens e
quatro mulheres jurados, prometendo "cortar a
cabeça de um por um e mandar na casa deles",
e mirou até a juíza Gláucia Véspoli dos Santos
Ramos de Oliveira com "Eu vou cortar a cabeça
da doutora Gláucia porque eu tenho autorização
para isso".
A ameaça paralisou o julgamento e os jurados,
tomados pelo pavor, pediram para sair
imediatamente, dissolvendo o conselho e
cancelando o julgamento na hora.
Já condenado a 29 anos por outro assassinato
em 2025, Eduardo isentou o corréu Tiago da
Silva Ferreira, mas sua fúria – após ser expulso
da PM – expôs um quadro de vingança extrema.
A defesa, com advogados Nayara Gabriela
Ramos Thibes e Mauro da Costa Ribas Júnior,
pediu perícia de insanidade mental ao IMESC,
argumentando surto que exige hospital de
custódia em vez de prisão comum; "Foi
desconfortável para nós também", admitiu
Nayara, priorizando tratamento.
Em Rio Preto, conhecida por júris tensos, o caso
reforça a fragilidade humana da justiça, com
novo julgamento dependendo de laudos
psiquiátricos e deixando dúvidas: herói caído ou
mente partida?
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