CRONICA E ARTE CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com.br Rua São João, 869, 14882-010 Jaboticabal SP
RÉU AMEAÇA JURADOS E JUIZA EM PLENO TRIBUNAL DO JURI EM RIO PRETO Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Divulgação Jaboticabal, 13 de fevereiro de 2026 Eduardo José de Andrade, ex-policial militar conectado por videoconferência do Centro de Detenção Provisória de Guarulhos II, confessou o homicídio de Tiago de Paula em Cedral (2022) durante júri popular no Fórum de São José do Rio Preto, na quinta-feira (12 de fevereiro), jurando não se arrepender e ameaçando "continuar matando". Ele memorizou os rostos de três homens e quatro mulheres jurados, prometendo "cortar a cabeça de um por um e mandar na casa deles", e mirou até a juíza Gláucia Véspoli dos Santos Ramos de Oliveira com "Eu vou cortar a cabeça da doutora Gláucia porque eu tenho autorização para isso". A ameaça paralisou o julgamento e os jurados, tomados pelo pavor, pediram para sair imediatamente, dissolvendo o conselho e cancelando o julgamento na hora. Já condenado a 29 anos por outro assassinato em 2025, Eduardo isentou o corréu Tiago da Silva Ferreira, mas sua fúria – após ser expulso da PM – expôs um quadro de vingança extrema. A defesa, com advogados Nayara Gabriela Ramos Thibes e Mauro da Costa Ribas Júnior, pediu perícia de insanidade mental ao IMESC, argumentando surto que exige hospital de custódia em vez de prisão comum; "Foi desconfortável para nós também", admitiu Nayara, priorizando tratamento. Em Rio Preto, conhecida por júris tensos, o caso reforça a fragilidade humana da justiça, com novo julgamento dependendo de laudos psiquiátricos e deixando dúvidas: herói caído ou mente partida?
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