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POLÍCIA INVESTIGA MORTE DE PACIENTE EM
CLÍNICA DE REABILITAÇÃO EM RIBEIRÃO PRETO
Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Agencia Brasil
Divulgação
Jaboticabal, 2 de janeiro de 2026
A Polícia Civil
mantém em
andamento a
investigação sobre a
morte de um
homem de 30 anos
ocorrida em uma
clínica de
tratamento de reabilitação na cidade de Ribeirão
Preto, no dia 27 de dezembro de 2025. O caso é
tratado como morte suspeita, diante de versões
divergentes apresentadas pela administração da
clínica e pelos familiares da vítima.
De acordo com informações preliminares, a Polícia
Civil trabalha com múltiplas linhas de apuração. Entre
as hipóteses investigadas estão: Morte natural,
inicialmente atribuída a um suposto infarto; Possível
agressão física, diante de relatos de hematomas e
indícios de traumatismo; Omissão de socorro ou
negligência, considerando o dever de vigilância e
cuidado da instituição.
Também se verifica a possibilidade de Conflito
interno, após surgirem relatos de uma possível briga
envolvendo a vítima antes do óbito. A apuração
depende de laudos periciais, depoimentos de
funcionários, internos e familiares, além da análise de
documentos médicos e administrativos da clínica.
O homem, identificado como Wildson (ou Wilson)
Cardoso Felipini, foi internado na clínica na noite de
25 de dezembro, a pedido da família, para tratamento
contra dependência química. Dois dias depois, ele foi
encontrado sem vida nas dependências da instituição.
A família foi informada inicialmente de que a causa da
morte teria sido um infarto. No entanto, ao reconhecer
o corpo, parentes relataram a presença de lesões
visíveis, principalmente na região da cabeça, o que
levantou dúvidas sobre a versão apresentada.
Os familiares afirmam que o atestado de óbito aponta
sinais compatíveis com traumatismo craniano e
hemorragia, informações que, segundo eles, não
condizem com uma morte súbita por causas naturais.
Uma irmã da vítima relatou ainda ter recebido de
outro interno a informação de que Wildson teria se
envolvido em uma briga dentro da clínica pouco antes
de morrer.
Diante dessas inconsistências, a família registrou
ocorrência e passou a cobrar esclarecimentos das
autoridades.
A Polícia Civil aguarda o resultado de exames
periciais complementares e pretende ouvir novas
testemunhas. Somente após a conclusão dos laudos
será possível confirmar a causa da morte e apontar
se houve crime, negligência ou responsabilidade
institucional.
Até o momento, ninguém foi preso, e a clínica não
teve suas atividades oficialmente interditadas, mas o
caso segue sob acompanhamento rigoroso das
autoridades. A investigação continua, e novas
informações devem ser divulgadas conforme o
avanço das apurações
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