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CRUZEIRO ERGUE A TAÇA: BICAMPEONATO DA COPINHA EM DOMINGO DE FUTEBOL, ARTE E SURPRESAS Mentore Conti Mtb 0080415 SP foto Brasil CNN Divulgação Jaboticabal, 26 de janeiro de 2026 O Cruzeiro venceu o São Paulo por 2 a 1 e conquistou o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026 — o tão sonhado bicampeonato do clube na principal competição de base do Brasil. O jogo foi disputado na manhã deste domingo, 25 de janeiro de 2026, diante de uma Arena Mercado Livre Pacaembu prestigiada e em clima de comemoração pelo aniversário da cidade de São Paulo. O duelo, marcado para às 11h (horário de Brasília), foi decidido com gols de William, logo no início da partida, e Gustavinho na etapa final, garantindo a vitória celeste depois da resposta tricolor com o gol de Isac nos acréscimos do primeiro tempo. Em mais de cinco décadas de história, a Copinha segue sendo um dos palcos mais influentes na formação de jogadores — e muitas vezes na formação de perspectivas táticas e humanas no futebol. A decisão entre Cruzeiro e São Paulo foi um retrato fiel disso: emoção pura, equilíbrio técnico e aquele detalhe dramático que só a base pode proporcionar. O time mineiro, ao longo do campeonato, mostrou consistência impressionante, encarando cada fase com propostas claras de jogo, marcação organizada e variações ofensivas que trouxeram frutos — inclusive na final, onde soube administrar a vantagem sem se retrair. Do lado são-paulino, a busca pelo sexto título da Copinha — e o desejo de manter o bicampeonato do clube na competição — levou o time a apresentar momentos de jogo envolventes e intensidade na construção das jogadas. Mesmo com o revés no Pacaembu, ficou claro o impacto do trabalho do técnico e do corpo técnico na formação coletiva dos jogadores ao longo da jornada. Destaques individuais: nomes que se destacaram Se há algo que a Copinha faz de melhor é mostrar não apenas equipes, mas rostos e talentos que podem ecoar no futuro do futebol brasileiro. William (Cruzeiro) — Com presença aérea forte e leitura de bola no terço final, o atacante sacramentou o primeiro gol da decisão e mostrou maturidade para jogar em momentos de pressão. Gustavinho (Cruzeiro) — Entrando como opção do banco e mudando os rumos da partida com um gol decisivo, simbolizou a importância da profundidade de elenco e da confiança da comissão técnica. Isac (São Paulo) — Teve seu momento de brilho ao empatar ainda no primeiro tempo, lembrando que talento na base muitas vezes encontra expressão em situações apertadas. Ao longo da Copinha 2026, a presença de jovens capazes de articular jogadas, pensar o jogo e responder às diferentes exigências do torneio reforçou uma tendência que vem sendo cada vez mais valorizada: trabalhar a formação de forma integral, com apoio tático, técnico e emocional. O legado da Copinha 2026 A Copa São Paulo voltou a mostrar por que é o maior torneio de base do país: ela não apenas consagra um campeão, mas também ajuda a definir trajetórias — dentro e fora de campo. A final entre Cruzeiro e São Paulo foi mais do que um jogo; foi uma síntese do processo de formação no futebol brasileiro em 2026: intensa, criativa e repleta de aprendizado. E, para os torcedores que acompanharam cada passo do torneio, a certeza de que — além de uma taça — a Copinha deixou nomes, histórias e um punhado de promessas prontas para novos desafios.
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