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Cronica e arte

CRONICA E ARTE  CNPJ nº 21.896.431/0001-58 NIRE: 35-8-1391912-5 email cronicaearte@cronicaearte.com.br  Rua São João, 869,  14882-010 Jaboticabal SP
CRISTINA RAVAGNANI: UM POUCO DE SUA ARTE, SEU TRABALHO Mentore Conti Mtb 0080415 SP // fotos: Acervo da Artista Jaboticabal, 27 de março de 2021 Em meio a uma cidade que é centro de região, temos Ribeirão Preto, com seu comercio e faculdades, e agora como tantas cidades, castigada pela pandemia, vários artistas pensam e constroem um mundo à parte. Uma destes artistas é Cristina Ravagnani, que recentemente participou e foi premiada no Concurso Fotográfico Nacional de Belas Artes, (que pode ser visto no link da pagina Fotos & momentos https://www.facebook.com/photo?fbid=1133281900468 888&set=pcb.1133282757135469 ) promovido em Ribeirão Preto pelo fotografo Claudinho Spinola. Mas quem é Cristina, ...Quem é Cristina Ravagnani... Cristina é Natural de Cravinhos SP e a vários anos mora em Ribeirão Preto, se dedicando desde 1992 as artes plásticas, à pintura. Cristina tem um estilo realista, mas como ela mesmo diz, com “uma pegada de contemporâneo”. É através deste realismo que faço, disse Cristina, é através desta forma de estilo que passo minha mensagem. De dois anos para cá ela só trabalha com óleo sobre tela, mas antes trabalhava com acrílico “Gosto da pintura a óleo, porque a meu ver, dá para trabalhar melhor nos detalhes”. Cristina disse que para aprimorar sua técnica começou a trabalhar e a estudar o estilo dos grandes pintores (antigos) que estão nos museus, como Leonardo da Vinci e Claude Monet. “Entender como era feito, para pesquisar as técnicas!” frisou Cristina. Cristina é formada em arquitetura e design e faz um esboço a mão livre da obra que vai realizar e, depois vai passando para a tela e já desenhando com um pincel de cerdas duras. Os pintores favoritos de Cristina, no Brasil entre outros, Carlos Araújo e internacional Leonardo da Vinci. Quando se fala em quadro bem feito, falamos aqui, no caso de Cristina, em uma insistência em retocar a obra, várias vezes até que fique ao gosto da artista, pronto realmente... como citaremos adiante. Cristina já fez exposições fora do Brasil, em países como a Itália, Portugal e Eslovênia. Foi então com estas exposições fora do pais, que o reconhecimento aqui no Brasil aumentou. “O reconhecimento de um artista, quando ele apresenta sua obra, acontece mesmo e com mais força, quando ele, artista, já realizou exposições fora do Brasil” frisou Cristina. A arte, para Cristina, falou mais alto no final. Ela é arquiteta e disign por formação (como dissemos acima), trabalho que conviveu com a pintura, mas então a pintura venceu. “Mas depois,... ...depois, fiquei só com a arte” disse Cristina. Cristina trabalha com filantropia, lecionando gratuitamente para alguns jovens artistas escolhidos por ela e também doando quadros para leiloes beneficentes, ou para ajudar índios da Amazônia. Um grupo de artistas repassa para uma associação valores para ajuda aos índios, no que eles precisarem. O site Crônica e Arte perguntou a Cristina, como ela via a arte do grafite e segundo a artista é uma forma de arte muito interessante, é uma arte para todos. Nesta forma de arte Cristina disse que gosta do artista kobra (Eduardo Kobra) que é um artista com trabalho legal, e que tem um trabalho social bom. A sociedade não vive sem arte e este tipo de trabalho ajuda mais o desenvolvimento do gosto pela arte e, as pessoas passam com o tempo a gostar de outras formas de arte também.  Nesta linha também é importante a arte reproduzida em capas de cadernos, as grandes empresas tem investido em arte e os painéis ajudam muito a divulgar a arte para a população, disse Cristina.  Questionada pelo Crônica e Arte sobre o tipo de arte hoje, e a decadência do belo em sociedade. Cristina disse que infelizmente em vários campos da arte, existe uma decadência, como na música por exemplo. Na questão das artes plásticas e espaços públicos, Cristina disse que é necessário um trabalho de revitalização dos espaços públicos, como que foi feito na rodoviária de Cravinhos, que como dissemos é a cidade natal da pintora  A ideia foi fazer painéis e um mini Museu, uma mini galeria com obras expostas. A artista disse que foi interessante expor quadros, obras de arte para serem vistas por passageiros de ônibus, isto para passar alegria para as pessoas.  É lamentável ver a obra de arte, um painel por exemplo no abandono, como muitas vezes acontece, respondeu Cristina Ravagnani questionada pelo Crônica e Arte, em relação ao painel de Bassano Vaccarini em abandono no mercado municipal, um painel em pastilhas de cerâmica, no canto esquerdo do mercado, entre a São Sebastião e a Gerônimo Gonçalves. Cristina disse que vai ser feita uma exposição denominada “A Mão Que Alimenta” no Museu da Cana (entre Sertãozinho e Pontal). Uma exposição que reúne obras, de vários artistas, sobre o trabalho no campo. O apoio deste é da Prefeitura de Cravinhos que não só vai ajudar com transporte das obras, como foi pedido pelos artistas, mas também haverá a disponibilização de motorista. A ideia é uma exposição para popularizar a arte mesmo. A ideia é mostrar o início da nossa região e importância da Agricultura nisto, frisou Cristina Ravagnani. A artista trabalhou muito com a arte contemporânea também, mas prefere mesmo o retratismo, o realismo. A artista diz que trabalha com arte e estuda sobre arte 12 horas por dia, ou então ouve música clássica.  “Procuro estudar para melhorar cada vez mais o meu trabalho” Cristina disse que gosta de sempre aperfeiçoar os quadros que faz, o trabalho que faz. Às vezes uma obra antes de ser entregue a quem a encomendou, ou antes de ser vendida ou ir para uma exposição é retocada por Cristina várias vezes, quando ela depois de algum tempo olha o quadro e sente a necessidade de modificá-lo. de retocá-lo. (como já dissemos antes). Este é um comportamento que acontece com artistas de outras áreas. Graciliano Ramos, chegava a pedir para parar a impressão de um romance, para corrigir trechos da obra. (Nota do editor)  “Meu senso crítico é muito grande, muito forte”, frisou Cristina. A pintora tem um quadro que está em andamento e já tem 32 horas de trabalho sobre a obra. O processo de trabalho é intenso e como demora a secagem das camadas de tinta a óleo, a artista intercala o trabalho com oito obras de cada vez, com obras encomendadas, e obras que ela mesmo quer fazer por iniciativa própria.  Cristina disse que trabalha com material de primeira linha o que ajuda a durabilidade da obra, inclusive usando um verniz próprio que permite a secagem da obra depois de pronta.  Em Viena se usa um vidro especial que permite a fotografia e consequentemente, a divulgação maior de cada quadro. Cristina trabalhou por um período para o museu de Nápoles. Para a formação como artista Cristina disse é muito importante a técnica, o uso das cores e o exercício diário da pintura, além da intuição e o dom de pintar.
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